All posts by h79snht.top

Shakib to miss first two ODIs

Shakib Al Hasan, the Bangladesh allrounder, will miss the first two ODIs against West Indies because of a shin injury

ESPNcricinfo staff25-Nov-2012

Shakib Al Hasan bowled 52 overs in West Indies’ innings•Associated Press

Shakib Al Hasan, the Bangladesh allrounder, has been ruled out of the first two of five ODIs against West Indies because of a shin injury. Shakib went for a scan after the fourth day of the second Test in Khulna and was diagnosed with a stress reaction of the right tibia.”We have decided that he [Shakib Al Hasan] will take no further part in the second Test match and will miss the two ODIs in Khulna,” Bangladesh’s physio Vibhav Singh said. “We will review his scan report with an orthopedic specialist in Dhaka to decide the best management plan for Shakib.”Shakib had a huge workload during the Khulna Test, bowling 52 overs in West Indies’ innings and scoring 97 on the fourth day before he was dismissed in the final over.Bangladesh haven’t named a replacement yet because of the unexpectedness of the scan results. “We haven’t decided upon a replacement,” chief selector Akram Khan told ESPNcricinfo. “We will announce the name in a day or two.”

Volante do Columbus Crew, Artur compara: "Na MLS, o jogo é mais estudado do que no Brasileirão"

MatériaMais Notícias

Há dois anos, Artur foi mais um dos jovens jogadores que deixaram o Brasil rumo a outros países com o intuito de desenvolver sua habilidade. O destino, porém, não foi tão comum assim: o Columbus Crew, clube da Conferência Leste da Major League Soccer (MLS), a principal liga de futebol dos Estados Unidos.

O brasileiro de 22 anos, por sua vez, enxergou a oportunidade de jogar nos Estados Unidos de uma forma positiva. Ao LANCE!, Artur falou sobre o início da sua trajetória em uma das maiores nações do mundo, destacando que sua vontade de aprender as características do país e seu estilo de jogo foram fundamentais para que ele superasse a dificuldade de se mudar para tão longe.

– A primeira coisa foi a minha vontade de querer aprender e me adaptar aqui. O que me ajudou também foi a intensidade de jogo que eu já tinha antes de vir para cá e, como o jogo (dos Estados Unidos) é bem tenso, eu não senti muita dificuldade. Mas o principal mesmo foi a minha vontade de aprender, de se adaptar.. Não conhecia ninguém quando vim para cá e só comecei a ter mais contato com o passar do tempo – afirmou.

Artur começou sua carreira no São Paulo. Apesar de não ter participado muito em nível profissional, o volante fez parte de uma geração dourada das categorias de base, conquistando duas Copas do Brasil e uma Libertadores com a equipe Sub-20 tricolor. Em um primeiro momento, seu objetivo era permanecer no clube do Morumbi, mas diretrizes resultaram em um desembarque em Columbus.

– Quando estava no São Paulo, meu plano era continuar a minha carreira profissional por lá, eu já tinha estreado, tinha jogado quatro partidas, só que a decisão veio de lá (do Tricolor). Falaram que não iam me utilizar no ano e o Columbus estava fazendo a pré-temporada no Brasil, quando o ex-diretor do clube, o Ricardo Moreira, soube que eu estava disponível, e fez a proposta. Assim, tomei a decisão de jogar no Crew – completou.

Nos últimos anos, tornou-se comum ver jogadores jovens deixando seus clubes no Brasil com poucas partidas na categoria principal e se transferindo para outros países – no próprio São Paulo, existem dois exemplos recentes: David Neres para o Ajax e Luiz Araújo para o Lille. O leque de opções é bem amplo, atingindo jogadores com potencial no futuro. Uma das razões que explica essa situação é a disparidade financeira entre os clubes brasileiros e os estrangeiros, que, quando fazem propostas oficiais, deixam os times tupiniquins em uma situação de ‘saia curta’.

Artur entende que não há uma solução correta para esse processo de amadurecimento dos jogadores profissionais. Na opinião do atleta, cada caso tem que ser analisado minuciosamente, mas que, ‘excluindo’ essa relação econômica e de disparidade financeira envolvida, seria positivo que os atletas permanecessem mais tempo no futebol brasileiro. Nesse lado, também é possível encontrar exemplos: no começo da década, Neymar, Lucas Moura e Oscar foram alguns dos jogadores que permaneceram um tempo no futebol local antes de se transferirem para outro país.

continua após a publicidadeRelacionadasFutebol InternacionalSul-Americano deve jogar na Premier League a partir de janeiroFutebol Internacional04/12/2018Futebol InternacionalZlatan Ibrahimovic próximo de retornar ao Milan, informa siteFutebol Internacional04/12/2018Futebol InternacionalAtlanta United e Portland Timbers decidem o título norte-americano no fim de semanaFutebol Internacional03/12/2018

– Eu penso que seria melhor os jogadores jovens ter mais oportunidades no Brasil, porque todos sabem da qualidade que o futebol brasileiro possui, só que a cultura de hoje é assim: os times de fora chegam e levam os jogadores. No meu caso, eu tomei essa oportunidade de jogar nos Estados Unidos para pegar experiência, porque fui com um ano de contrato, mas, quando conheci tudo de perto, minha perspectiva mudou muito, porque vi que a liga é boa, está crescendo, é competitiva. Acho que isso depende de cada jogador e de suas oportunidades, essa experiência longe do Brasil foi boa para mim, porque conheci, peguei experiência, mostrei meu futebol e estou construindo meu nome aqui e acho que é importante o jogador ter experiência e começar a jogar, aonde ele tenha oportunidade, seja no Brasil ou fora. Quando um jogador jovem de talento tem espaço, ele passa a ser conhecido e todo mundo passa a ver e conhecer – analisou.

Apesar desse período de forte exportação, não é comum ver jovens jogadores do Brasil saindo para os Estados Unidos, apesar de muitos atletas de países vizinhos na América do Sul estarem fazendo esse caminho e se desenvolvendo com rapidez, como o paraguaio Miguel Almirón, destaque do Atlanta United que pode jogar no Tottenham no ano que vem, e o argentino Ezequiel Barco, vencedor da Copa Sul-Americana de 2017 com o Independiente, apesar do retrospecto ruim na terra do Tio Sam. Artur elogiou essa evolução, destacando o crescimento da MLS.

– Tem a diferença de cultura, do estilo de jogo (em relação ao Brasil). Aqui é um pouco mais intenso, eles estudam muito cada time, os jogos, é tudo sempre muito estudado. Mas a qualidade no Brasil ainda é um pouco mais alta, por questão da liga daqui (MLS) ainda ser nova, mas ela está crescendo muito, a competitividade aumentou desde que eu cheguei até agora, eu já notei uma grande diferença nesse sentido – afirmou.

O volante afirmou que um dos motivos que o ajudou na rápida adaptação foi encontrar um estilo de jogo em Columbus que acompanhava seu estilo dentro das quatro linhas: o de posse da bola, que é seguido por Gregg Berhalter, treinador do Crew. Artur é um volante pensador, que dificilmente toma alguma decisão errada e tem no controle da bola e distribuição de jogo suas principais qualidades.

– O jeito que o Gregg (Berhalter) joga é muito bom, ele é um ótimo treinador, está sempre com a posse de bola e querendo encontrar espaços que a outra equipe deixa. Para mim, foi bom porque eu trabalhava com o (André) Jardine, que agora foi efetivado até o final do ano no São Paulo, que tem também esse estilo de toque de bola e posse. Eu já tinha uma ideia do conceito e foi bom, já me senti mais à vontade com as minhas características de intensidade, de passe. Foi importante para mim – admitiu.

Mudança de cidade
Como as equipes da MLS são consideradas franquias – ou seja, possuem um dono -, elas estão sujeitas a mudanças drásticas a cada temporada, como, por exemplo, um deslocamento de cidades ou até mesmo a alteração do nome da equipe. Nessa temporada, o Columbus Crew passou uma por uma situação simular, já que o dono da equipe estava com o desejo de se deslocar para Austin, outra cidade do país, apesar dos protestos dos torcedores.

No fim, acabou que Jimmy Haslam, dono do Cleveland Browns, uma das franquia da NFL, acionou com a aquisição do Columbus Crew, afirmando que não mudaria nenhum aspecto da equipe. Artur, por sua vez, afirmou que essa questão burocrática não influenciou no desempenho da equipe durante a temporada na competição.

– Desde o começo da temporada a comissão, o Gregg (Berhalter, treinador da equipe) já vinham conversando com a gente, e sempre que eles tinham alguma novidade eles sentavam e passavam para nós. Mas a gente estava focado no campeonato, no que tínhamos que fazer, porque, movendo ou não a equipe, isso não cabia para nós (jogadores) decidir, e fora que não podíamos interferir em nada também. Para nós, coube apenas ficar focado na temporada e acho que não interferiu muito no nosso desempenho não – avaliou.
Como esse aspecto não é comum no Brasil, Artur afirma que não possui muita noção para comentar sobre, até pela falta de vivência, mas destacou a preferência de permanecer no mesmo lugar para formar uma história com o local e os torcedores.

– Para nós (brasileiros) é diferente, porque não vimos isso muito no Brasil, mas eu sinceramente não sei como funciona esse processo direito. Eu acho importante cada clube construa sua história em um lugar, manter a história. Não sei bem como é bem a política daqui, mas eu acho que a história é importante, onde o clube se criou, cresceu, fez nome.. É importante manter isso tudo – afirmou.

– Por eu ser um atleta profissional, se o clube se movesse, e eu tivesse que ir, eu iria feliz para fazer meu trabalho feliz, em Austin ou onde quer que seja. Para mim, se ficasse em Columbus ou fosse para outra cidade, em qualquer outro lugar, eu teria a mesma disposição para fazer meu trabalho. A decisão que teve foi que um novo dono que comprou o clube, vamos acabar ficando em Columbus, então fico contente por essa decisão e vou fazer meu trabalho da mesma forma onde quer que seja – completou.

continua após a publicidade

Taticamente falando: o futebol dos EUA é superior ao do Brasil
Uma das questões mais levantadas pelos estudiosos do futebol e torcedores que buscam entender o esporte não apenas dentro das quatro linhas é o nível tático do Brasil. Muito por conta da cultura do imeadiatismo, é praticamente impossível ver um treinador em um longo período no mesmo clube – com raras exceções -, o que traz a dificuldade do avanço nos termos de esquemas e jogadas e, por consequência, no nível técnico.

Na visão de Artur, apesar do pouco tempo como profissional no Brasil, o jogo é mais estudado na MLS do que no Brasileirão, com o trabalho das comissões técnicas ser bem mais intenso nesse sentido. O reflexo pode ser visto nas duas ligas, já que, apesar do nível técnico, a liga norte-americana é o berço de muitos esquemas táticos – por exemplo, o Sporting Kansas City joga com a bola no pé, o New York Red Bulls em um jogo de pressão ao adversário, o Atlanta United com mais verticalidade e assim por diante.

– Pelo o que vejo, aqui (nos Estados Unidos) eles estudam um pouco mais a tática e o adversário, então os jogos passam a ser mais estratégicos. A qualidade aqui está crescendo muito, esse ano teve um jogador do Vancouver (Whitecaps) que foi vendido para o Bayern de Munique (referindo-se ao canadense Alphonso Davies). Os times também estão subindo em qualidade, o Atlanta, o (New York) Red Bulls fez a melhor campanha da história, com 71 pontos. Nessa questão (estudo do futebol), está a frente sim – comparou.

Apesar de um lapso em relação ao nível técnico, já que o futebol estadunidense passa por uma evolução no futebol há pouco tempo, Artur enxerga que a MLS está um passo à frente em relação ao Brasileirão no sentido do estudo de jogo, no que diz respeito aos esquemas táticos e métodos de treinamento, além de serviços longe das quatro linhas, como a análise de desempenho.

– Nessa questão sim (EUA estar à frente do Brasil), na questão de estudar o adversário, de observar e antecipar o que o adversário vai fazer. Pelo o pouco que vi, eu não posso generalizar porque não fiquei muito tempo no Brasil, eles (Estados Unidos) estudam muito e o jogo na MLS é mais tático do que no Brasileirão – disparou.

O que dá para melhorar no Brasil?
No sentido do pouco estudo no futebol brasileiro, Artur indica possíveis soluções para a melhora do futebol nacional, destacando que a continuidade do treinador é uma das questões importantes para a melhoria dos trabalhos nos respectivos times, o que geraria, por consequência, a evolução do esporte em terras tupiniquins. Ou seja, o volante vai contra à ideologia do imediatismo, que demite e contrata muitos treinadores ao longo de uma temporada no Brasil.

– O trabalho tem que ter uma sequência para chegar em um entendimento e entrosamento, e se o treinador não tem tempo e espaço de trabalhar e as coisas não fluem bem em poucos jogos, já tem que mudar, e aí começa outro treinador com outras características e é sempre muito difícil de se adaptar. Acho que essa questão seria importante porque cada time passaria a ter sua característica e, que isso possa ser criado desde as categorias de base até o profissional, criando os meninos com a cabeça e ideias que o profissional vai ter. Isso deixa tudo mais fácil, a adaptação e o desenvolvimento do profissional – bradou.

Em relação aos Campeonatos Estaduais, um dos ‘responsáveis’ pelo enxuto calendário – que também ajuda na questão das trocas de treinadores -, Artur afirma que os torneios são importantes, mas que é, apesar de não ter indicado uma solução de fato, essencial que o formato dos mesmos mude.

– Nessa questão, eu não sei o que poderia ser feito, porque acho que é importante ter os campeonatos (Estaduais). Deve ser melhorada a logística, que estudasse um pouco mais como pudesse melhorar para todos os clubes, acho que ajudaria muito. Não sei se a diminuição dos Estaduais iria ajudar, mas acho que poderia ser estudado um jeito de poder fazer em um tempo mais acessível para todos os times – declarou.

Gregg Berhalter nos Estados Unidos
Apesar de não ter vencido nenhum título da MLS, as seguidas boas temporadas com o Columbus Crew propiciaram o treinador Gregg Berhalter a ser anunciado como o novo treinador da seleção dos Estados Unidos, substituindo Dave Sarachan. Artur acredita que o técnico conseguirá implementar seu estilo de jogo na equipe, que não disputou a última Copa do Mundo e, por isso, precisa de um trabalho consolidado.

continua após a publicidade

– Aí vem um pouco que falei antes, da questão do tempo. Para esse estilo de trabalho que ele tem, acho que precisaria de calma para os jogadores entenderem, porque cada atleta vem de um clube diferente, com características diferentes, e para eles assimilarem o que ele quer não seria algo de imediato. Acho que ele conseguiria sim implantar esse método na seleção, porque ele é um grande treinador, inteligente, muito bom com os jogadores, com os grupos e acho que não seria muito problema para ele colocar esse jeito de jogar na seleção não – afirmou.

Artur destacou a personalidade de seu antigo treinador, que passou pouco mais de cinco anos no Columbus Crew, indicando que ele é uma pessoa que sabe lidar bem com os atletas, com a noção do que e quando falar para com os jogadores.

– Ele é do momento que a gente (jogadores) necessita. Se a gente está precisando acordar para o jogo, quando não estamos jogando o que é esperado, ele dá bronca na defesa, ele fala o que tem ser dito. Mas quando a gente faz um bom trabalho ele sabe reconhecer o que fizemos. Sabe elogiar e dar bronca nas horas certas – indicou.

Possibilidade de se naturalizar?
Artur assinou por empréstimo no ano passado com o Columbus Crew por empréstimo, e, apesar do desejo do São Paulo em repatriar o atleta, o clube do país da América do Norte exerceu sua opção de compra e assinou um contrato a longo termo com o brasileiro. O volante se vê feliz nos Estados Unidos, mas afirma que possui o sonho de atuar na Europa, destacando que terá que empilhar boas atuações para que isso aconteça.

– Quando eles (Columbus Crew) me compraram em definitivo, eu assinei por quatro anos, então ainda tenho três restando. Eu tenho o sonho de jogar na Europa, evoluir na carreira, sempre dar um passo à frente, mas eu não sei como vai ser daqui para frente, porque eu não penso muito no que vai acontecer no final do ano, eu procuro jogar cada jogo do melhor jeito e assim acho que as coisas virão, clubes vão se interessar. Vou ter minha recompensa do que for feito no campo, então eu só penso em fazer meu melhor, para que assim coisas boas virem na frente, quem sabe melhores clubes ou também a Seleção.. Não por agora, mas quem sabe mais na frente – declarou.

Assim como praticamente todo jogador, o sonho de Artur é defender a seleção nacional, como ele mesmo citou. Mesmo se destacando nos Estados Unidos, é difícil imaginar que ele esteja no radar de Tite para as próximas convocações do Brasil por atuar em um campeonato que ainda não é bem visto no país, e, por isso, não descartou a possibilidade de se naturalizar para defender a equipe estadunidense.

– Essa questão de ficar aqui e ter a oportunidade de me naturalizar e representar a seleção dos Estados Unidos é um caso a ser pensado também, porque é um nível a mais na carreira. Mas claro, meu sonho de criança é jogar na Seleção Brasileira, mas se, caso chegue a oportunidade de se naturalizar, é um caso a ser considerado mais à frente, e para mim não é nada descartado – finalizou.

كينيا لـ بطولات: منافسة مصر والجزائر على تنظيم أمم إفريقيا 2027 صعبة

علق الاتحاد الكيني لكرة القدم على المنافسة مع مصر والجزائر وكذلك بوتسوانا لتنظيم بطولة كأس أمم إفريقيا 2027 بعدما أعلن كاف اليوم، الخميس، عن وجود 4 ملفات مهتمة بتنظيم تلك النسخة على أراضيها.

كينيا ضمن ملف مشترك لتنظيم البطولة مع كل من أوغندا وتنزانيا، مع ملفات منفردة من مصر والجزائر وبوتسوانا، وفقًا لبيان الاتحاد الإفريقي لكرة القدم.

اقرأ أيضًا.. خاص | تفاصيل عرض مواجهة مصر أمام المغرب وديًا

وأعلن الاتحاد الإفريقي لكرة القدم أن آخر موعد لتقديم الضمانات الحكومية لتنظيم البطولة سيكون في 23 مايو وتحديد المدن المستضيفة للحدث على أرض كل دولة.

قبل بداية تحرك مسئولي الاتحاد الإفريقي للزيارات التفتيشية للملاعب المُعلنة لمعرفة البلد المؤهل لتنظيم البطولة على أراضيه في الفترة من 1 يونيو إلى 15 يوليو.

وتواصل “btolat.com” مع المتحدث الرسمي للاتحاد الكيني لكرة القدم، كين أوكاكا، وقال: “لقد تقدمنا بملف مشترك للتعبير عن رغبتنا واهتمامنا بتنظيم تلك النسخة من كأس أمم إفريقيا”.

وتابع: “لقد أرسلنا هذا الملف مع أوغندا وتنزانيا في 13 أبريل إلى الاتحاد الإفريقي لكرة القدم”.

وعن المنافسة مع مصر والجزائر للحصول على شرف التنظيم، قال أوكاكا: “بالتأكيد، ستكون صعبة للغاية حتى وإن كان ملفنا مشترك بوجود 3 بلدان من شرق إفريقيا”.

Ireland to host women's T20 qualifiers

Ireland will host the Women’s World Twenty20 Qualifiers next year which will determine which team will travel to the 2014 tournament in Bangladesh

ESPNcricinfo staff17-Dec-2012Ireland will host the Women’s World Twenty20 Qualifiers next year to determine which of eight teams will fill the final spot at the main tournament which will next be staged in Bangladesh in 2014.For the qualifier, which will be held in July and August, hosts Ireland will be joined by Pakistan and Sri Lanka, who both took part in this year’s World Twenty20 in Sri Lanka, alongside Canada, Japan and Netherlands. The final two places in the summer tournament will be taken by qualifiers from the Africa and Asia regions.Warren Deutrom, the Cricket Ireland chief executive, said: “It’s fantastic news for Irish cricket and a tremendous boost for the promotion of the women’s game throughout the country.”Isobel Joyce, the Ireland captain, was looking forward to playing in home conditions. “This gives everyone involved in Irish women’s cricket a great lift and it’s a great incentive for the players to have the chance to make it to the final stages of a global event,” she said. “We’re already training hard for the event and while it’s obviously a big advantage to be playing in our conditions, we know it’ll be very difficult against teams of the quality of Pakistan and Sri Lanka.”

مجلس أبو ظبي يصدر بيانًا رسميًا بشأن مصير تذاكر جماهير الزمالك

أصدر مجلس أبو ظبي الرياضي بيانا للإعلان عن مشاركة بيراميدز في كأس السوبر المصري، بدلًا من الزمالك، موضحًا سبل استرداد جمهور القلعة البيضاء قيمة التذاكر التي تم شرائها.

وكان الزمالك قد أعلن اعتذاره عن خوض مباراة السوبر أمام الأهلي، بسبب عدم تنفيذ العقوبة الصادرة من لجنة الانضباط التابعة للاتحاد المصري لكرة القدم، ضد محمود كهربا مهاجم القلعة الحمراء.

طالع | محمد فضل: مباراة السوبر تأثرت تجاريًا بـ اعتذار الزمالك.. والأهلي خالف “فيفا”

واتفق مسؤولو اتحاد الكرة مع نادي بيراميدز على المشاركة في بطولة السوبر أمام الأهلي بدلًا من الزمالك.

ومن المقرر أن يلتقي الأهلي وبيراميدز على أرضية استاد محمد بن زايد في الإمارات، مساء الجمعة المقبل حيث يتواجد الأحمر بصفته (حامل لقب كأس مصر عن الموسم الماضي) وبيراميدز (وصيف بطولتي الدوري والكأس بالموسم ذاته). بيان مجلس أبو ظبي الرياضي بشأن تذاكر جماهير الزمالك

بيراميدز طرفًا في كأس السوبر المصري في أبو ظبي.

بناء على المستجدات الواردة من الاتحاد المصري لكرة القدم.

يشارك نادي بيراميدز في كأس السوبر المصري بعد كتاب رسمي من الاتحاد المصري بتغيير أحد طرفي السوبر.

ونتقدم باعتذارنا للجماهير التي بادرت بحجز تذاكر حضور المباراة بناء على الأطراف المعلن عنها سابقًا، لأسباب يعلمها الجميع، وخارجة عن إرادة مجلس أبو ظبي الرياضي لكونه ليس جهة الاختصاص في تحديد أطراف المباراة.

سيتم إتاحة الفرصة أمام الجماهير الراغبة في استرجاع قيمة تذاكر المباراة في الأماكن المخصصة لجمهور الزمالك، منذ صدور البيان وحتى الساعة الحادية عشرة من مساء يوم الخميس 4 مايو 2023.

Júnior Baiano é anunciado como o novo técnico do Itumbiara-GO

MatériaMais Notícias

O ex-jogador Júnior Baiano, foi anunciado, na última segunda-feira como o novo técnico do Itumbiara (GO). O ex-ídolo de clubes como Flamengo, Vasco da Gama, São Paulo, Palmeiras e Internacional fechou acordo para comandar a equipe durante o Campeonato Goiano de 2019. O anúncio oficial foi feito nas redes sociais.

O Itumbiara, que enfrentava crise financeira, firmou uma parceria com a empresa Soccer Star para a gestão do futebol, no último fim de semana.Júnior Baiano teve uma única experiência como treinador, em 2012, à frente do Santa Helena na divisão de acesso do Campeonato Goiano.

RelacionadasFora de CampoJoel Santana recebe homenagens nas redes pelo aniversário de 70 anosFora de Campo25/12/2018Futebol NacionalJustiça proíbe uso de domínio do Athletico que leva ao site do CoritibaFutebol Nacional25/12/2018São PauloMesmo em baixa na reta final, Nenê tem ano com mais jogos da carreiraSão Paulo25/12/2018

Confira o anúncio oficial:

“Contratado! Junior Baiano é o novo treinador do Gigante do Vale.

O novo comandante do tricolor chega trazendo uma bagagem de peso e um currículo reconhecido mundialmente. Raimundo Ferreira Ramos Júnior, mais conhecido como Júnior Baiano, é um ex-futebolista brasileiro que atuava como zagueiro.

Iniciou sua carreira em 1989, jogando pelo Flamengo, onde chegou a marcar 33 gols. Além do Flamengo, Júnior Baiano também passou pelo São Paulo, Palmeiras,Internacional, Vasco da Gama e em todos esses clubes conquistou títulos importantes.

Em 1997, integrou a Seleção Brasileira, que conquistou a Copa das Confederações e depois juntou-se à equipe que foi à Copa do Mundo de 1998, retornando com o vice-campeonato. No exterior, Júnior Baiano jogou no Werder Bremen, prestigiado clube da Alemanha e no Shanghai Shenhua, um dos principais times da China.

Seu primeiro trabalho, após pendurar as chuteiras, foi como estagiário de Vanderlei Luxemburgo e o grande mestre Telê Santana. Junior chega ao gigante trazendo toda sua experiência como ex-atleta e agora como treinador vai em busca de grandes resultados e conquistas pelo tricolor.

Nos próximos dias, a nova diretoria estará fazendo a apresentação oficial do comandante, da sua comissão técnica e os primeiros atletas que irão defender o Itumbiara no Campeonato Goiano 2019. Seja muito bem vindo professor, desejamos muito sucesso e grandes vitórias para todos nós”.

Outclassed New Zealand in tatters

New Zealand were reduced to a hopeless 47 for 6 in reply to South Africa’s 525 for 8 as the home side’s attack again proved too much to handle

The Report by Andrew McGlashan12-Jan-2013
Scorecard and ball-by-ball detailsDean Elgar’s hundred was just one of the high points for South Africa•Gallo Images

Utter dominance from South Africa. That should not be a surprise, but it should be admired. Say what you like about New Zealand, and their batting was again exposed in painful fashion late on the second day, but South Africa are producing some irresistible Test cricket.This time a batsman who began with a pair two Tests ago scored a maiden hundred and another who has eased into Test cricket as though born to play it scored his second in four matches. Then the premier fast bowler in the world began to bully New Zealand’s top order before a man slotting back into the side claimed a brace. Even South Africa’s spinner was in on the mayhem with two wickets in his first over. A scuffle in the stands shortly before the close provided more of a fight than what was in the middle.By the close, New Zealand were reduced to a hopeless 47 for 6, with two wickets for a Dale Steyn, Rory Kleinveldt and Robin Peterson, in response to South Africa’s imposing 525 for 8. At least they made it past 45. Graeme Smith did not have to bat as long as he did, but wanted to give Dean Elgar the chance of his maiden hundred which came shortly after tea with a lofted and priceless boundary against Jeetan Patel.It did not take long for the game to look very different with the ball in South African hands. Martin Guptill was dropped at second slip by Jacques Kallis in the first over – South Africa’s catching is their only blemish in this series – but it was not long before he offered another off Steyn which Alviro Petersen grabbed. It continued Guptill’s struggles in white: his last seven innings now read 11, 13, 4, 11, 1, 0 and 1.There were suggestions last week that Steyn operated within himself at Newlands – he did not have to push too hard – but here the speedgun was peaking at 147kph. At the other end Morne Morkel roughed up Kane Williamson with two painful blows in the ribs, leading to a weak push outside off to give Steyn his second. It was the perfect example of a fast-bowling double-act.And just because Vernon Philander was absent it did not mean any breather for a battered New Zealand. Kleinveldt, the memories of a torrid debut at Brisbane rapidly fading, produced an unplayable lifter to take Dean Brownlie’s glove and then trapped Daniel Flynn with a full delivery he played around. Flynn review. It was plumb.Could it get worse? Yes. Peterson tossed his second ball wide and Brendon McCullum, who until then had shown considerable grit, could not resist a drive which he only edged very thinly to slip as it spun from the footmarks. Colin Munro, on debut, then played forward to his first ball and gave a simple inside edge via his pad to short leg. The hat-trick ball spun past Doug Bracewell’s edge. It would have been no surprise if it had taken it.The intense closing period was in contrast to a largely sedate day with South Africa, as is their forte, producing an efficient, professional, display with the bat. Elgar, who made a jittery 21 at Newlands last week as he attempted to secure a middle-order spot vacated by Jacques Rudolph, was again nervous at the start of his innings but this time managed to ride through a tricky period. A strong pull off Neil Wagner settled him and he then began to expand against Patel.Smart stats

At 47 for 6, New Zealand are still 60 runs away from avoiding the lowest score in Tests (since 1900) in Port Elizabeth.

If New Zealand are dismissed below 100, it will be the second time since 2002 that they have been bowled out two times in a year for a sub-100 score. In 1958, they suffered the fate five times.

New Zealand need another 127 runs to avoid conceding the largest ever lead to South Africa (352 runs). They conceded a lead of 302 in Cape Town. Click here for a list of matches when New Zealand have batted first and here for a list of games when they have fielded first.

For only the second time, three South African batsmen scored a century in the same innings in a match against New Zealand. The previous occasion was in Dunedin last year. It is also the second such instance in Port Elizabeth (the previous being 1950).

South Africa’s score of 525 is their second-highest against New Zealand and their highest against New Zealand in home Tests. It is also their highest total in Tests in Port Elizabeth.

Faf du Plessis’ century is his second in four Tests. So far, he has scored 445 runs at an average of 111.25. His 137 is also the joint fifth-highest score by a South African No. 6 batsman.

Dean Elgar’s first century is also the first by a No. 7 batsman for South Africa against New Zealand. Overall, it is the ninth century by a South African No. 7 and the first since Mark Boucher’s 117 in 2008.

The 131-run stand between Du Plessis and Elgar is the highest sixth-wicket stand for South Africa against New Zealand. It is also only the third time (and second since the Boxing Day Test in 1999) that South Africa have had two century stands for the fifth and sixth wickets.

It was not always pretty from Elgar, especially outside off stump, but he ensured he did not waste his opportunity against a tiring attack. For a while before the interval it appeared time was not in Elgar’s side and he started to attack before tea to try and reach the landmark – including a six over long-on against Wagner – but with more than three days remaining it would have been a ruthlessly harsh captain not to give him another opportunity.Du Plessis was also stuck in the nineties over an interval. He went to lunch on 99 having played out consecutive maidens from Munro, but he must have been at ease during the break as the first ball he faced on resumption, from Patel, he drove into the stands to bring up his hundred. His lofted driving was a feature of the innings as he played them against seam and spin.Du Plessis showed during his epic rearguard in Adelaide that he has a game that can adapt to various situations despite him having made his name in the one-day arena. With the ball moving, he defended solidly, left well and waited for the poor delivery having regained his composure after a nasty blow in a sensitive area in the first over of the day from Bracewell. As ever, it provided amusement to those who sat in the comfort of the dressing room.There was a hint of desperation when New Zealand reviewed an lbw shout from Wagner with him on 80. He eventually became Munro’s first Test wicket, after a stand of 131 with Elgar, when he got a leading edge high into the off side when aiming over leg. The dismissal saw his average plummeting down to 111.25. It has been one of most serene starts to a Test career in recent memory.The opening ten overs of the day had brought just 11 runs and the prized wicket of Hashim Amla as New Zealand probed away under cloudy skies. After passing the outside edge on a number of occasions, it was Boult’s worst delivery of his opening spell which broke through when Amla flicked at a ball down the leg side and nicked through to BJ Watling ending a stand of 113. Boult’s celebration amounted to a sheepish grin, but after seeing Amla dropped on 48 yesterday, even removing him for 110 will have brought a sense of relief.Yet there was a sense of inevitably that it would be a declaration to end the innings. The problem for New Zealand was the support for Bracewell and Boult. Wagner proved expensive, Patel, although finding turn, was not consistent enough to maintain the pressure and Munro’s wickets were gifted by batsmen aiming to accelerate. Ross Taylor’s absence has left a vast hole in the batting, but Tim Southee has also been sorely missed with the ball.

Araruna é o único sobrevivente do São Paulo da Florida Cup 2017

MatériaMais Notícias

Em pouco menos de dois anos, o São Paulo promoveu inúmeras mudanças em seu elenco. Desde a primeira participação do Tricolor na Flórida Cup, em 2017, apenas um jogador segue na delegação são-paulina. Volante de formação, mas atualmente na reserva na lateral-direita, Araruna é o único sobrevivente da campanha que resultou no título do torneio amistoso.

Prata da casa, o polivalente jogador trabalhou com Rogério Ceni, Pintado, Dorival Júnior, Diego Aguirre e André Jardine no período. O meio-campista nunca chegou a ser protagonista, mas também jamais perdeu seu espaço. Focado e dono de uma boa relação com seus companheiros de trabalho, Araruna acostumou-se a abrir mão de jogar em sua posição de origem para ajudar o São Paulo quando necessário.

Desta forma, o jogador revelado em Cotia já atuou como primeiro volante, segundo volante, lateral-direito e até mesmo como ponta, em uma função muito mais ofensiva do que está acostumado. Desde a sua chegada ao profissional, em 2017 com o técnico Rogério Ceni, Araruna soma 38 jogos com a camisa do Tricolor, boa parte deles saindo do banco. A meta para 2019 é ser mais utilizado.

– Toda essa passagem de treinadores e de momentos diferentes no São Paulo me traz uma experiência e maturidade diferente para que eu tenha carreira. Isso me faz crescer em diferentes sentidos. O ano de 2017 foi complicado, em 2018 conseguimos evoluir bastante. Não saiu conforme o esperado, mas nós gostaríamos de ter conquistado o Brasileirão. Mesmo assim, em relação ao ano de 2017 acho muito melhor. Sempre estou trabalhando aqui para aproveitar as oportunidades quando ela apareçam. Espero ter mais chances em 2019 – afirmou o volante, em entrevista ao LANCE! em dezembro do ano passado.

Embora reconheça que a concorrência no meio de campo é grande, Araruna sabe que pode buscar seu espaço com o técnico André Jardine. Afinal, os dois trabalharam juntos em Cotia e o jogador, mesmo que não seja uma unanimidade entre os torcedores, tem seus méritos de se manter tanto tempo como peça do elenco do São Paulo.

Assim como aconteceu nos dois últimos anos, o volante se coloca à disposição para ser um curinga dentro do elenco, mas não deixando de falar que sua posição é no meio de campo, competindo com Jucilei, Hudson, Liziero, Luan e Willian Varias pela titularidade.

– Sou volante e gosto de jogar nessa posição. Muito das minhas oportunides, principalmente neste ano (2018), foram de lateral-direito. Joguei de ponta e até entrei como volante, mas joguei mais de lateral mesmo. Me sinto mais à vontade no meio e sempre deixei claro para os treinadores que aqui passaram que estou aqui para ajudar o São Paulo. Vou dar o meu melhor, mas minha preferência é ser volante mesmo – explicou o jogador, que viu e participou da campanha que quase rebaixou o Tricolor, em 2017, e da campanha que quase culminou com o título nacional, no ano passado.

RelacionadasSão PauloSão Paulo vence o Serra-ES e garante vaga na segunda fase da CopinhaSão Paulo06/01/2019São PauloAo lado do Ajax, São Paulo calibra a pontaria em treino na FlóridaSão Paulo06/01/2019São PauloRaí e Van der Sar, ídolos de São Paulo e Ajax, se encontram na FlóridaSão Paulo06/01/2019

Confira outros trechos da entrevista de Araruna:

Dos treinadores que passaram pelo São Paulo durante esses dois anos, com quem você conseguiu desenvolver seu futebol?
Tive um desenvolvimento grande com todos. Com o Rogério tive uma maior sequência, um maior número de jogos e ele me passava muita confiança. Como foi o meu primeiro passo da base para o profissional, o desenvolvimento é gigantesco. Foi com ele com quem eu mais desenvolvi. Ele me ajudou muito no profissional.

Nestes seus dois anos como profissional muita coisa aconteceu no São Paulo: o time quase foi rebaixado e também quase foi campeão. Para o lado positivo e para o lado negativo, você tem anos agitados aqui. Espera que 2019 seja um ano mais tranquilo para o Tricolor?
No São Paulo nunca vai ter um ano tranquilo. É um clube que sempre vai buscar grandes títulos e grandes posições. Há uma expectativa do torcedor. Qualquer quebra de expectativa cria um sentimento ruim para o torcedor e também para nós. Você brigar embaixo é pior do que brigar em cima, mas, tanto para nós como para eles, esse ano poderia ter sido muito melhor.

Na base você chegou a jogar na lateral-direita sob o comando do André Jardine. Como foi isso?
Com o Jardine joguei de lateral por seis meses. É uma posição diferente daquela que estou acostumado a fazer. Na base, todos me ajudavam quando havia um posicionamento ou uma movimentação errada. Você vai aprendendo, melhorando, pegando confiança.

Mas ele viu alguma característica especial em você para te jogar na lateral?
Acredito que todas as minhas experiências na lateral, tanto na base, como no profissional, aconteceram porque os laterais do elenco tinham alguns problemas de lesão ou de suspensão. Passei a ser chamado para fazer aquela parte do campo e ganhei essas oportunidades. Como tenho característica de defender como atacar, isso me ajudou a me firmar.

Ainda sobre o Jardine. Como vai ser tê-lo como técnico do profissional?
Nós (elenco) conhecemos ele e sabemos de seu caráter e profissionalismo. É um cara que trabalho sério, que sempre busca o melhor para o São Paulo, um cara esforçado e corajoso. Como ele fala, é um cara que quer jogar com a bola, quer ser protagonista. Acho que para o São Paulo é esse o estilo de jogo que deve ser o principal.

Já há alguns anos que a diretoria vem apostando na base. Chegou a hora dos jogadores de Cotia darem o recado esperado no elenco profissional?
Hoje em Cotia disputa-se muitas competições em níveis altos: Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil. Cada vez mais a galera que sobe da base vem preparada para assumir responsabilidades aqui em cima. Acredito que sim.

Elenco do São Paulo na disputa da Florida Cup de 2017:

Goleiros: Denis, Sidão, Renan Ribeiro e Thiago Couto
Laterais: Bruno, Buffarini, Júnior Tavares, Foguete
Zagueiros: Rodrigo Caio,Lucão, Lugano, Breno, Douglas, Maicon
Volantes: Wellington, Wesley, João Schmidt, Thiago Mendes, Araruna
Meias: Cícero, Cueva, Lucas Fernandes, Shaylon
Atacantes: Neilton, Gilberto, Wellington Nem, Chavez, Luiz Araújo

Elenco do São Paulo na disputa da Florida Cup 2019:

Goleiros: Jean, Júnior, Lucas Perri e Tiago Volpi
Laterais: Bruno Peres, Edimar, Igor Vinícius, Léo e Reinaldo
Zagueiros: Anderson Martins, Arboleda, Bruno Alves, Lucas Kal e Rodrigo
Volantes: Araruna, Hudson, Jucilei, Liziero e Willian Farias
Meias: Everton, Everton Felipe, Helinho, Hernanes e Nenê
Atacantes: Biro Biro, Brenner, Diego Souza, Gonzalo, Pablo e Tréllez

كاف يرد على استئناف الترجي ضد عقوبة الحرمان من الجماهير

كشفت تقارير إعلامية تونسية النقاب عن قرار الاتحاد الافريقي لكرة القدم “كاف” بشأن استئناف الترجي على عقوبة الحرمان من الجماهير.

وكان الاتحاد الإفريقي لكرة القدم قد عاقب الترجي بالحرمان من الجماهير لمدة 4 مباريات بتنفيذ مواجهتين فقط، يبدآ بموقعة الأهلي في ذهاب نصف نهائي دوري أبطال إفريقيا المقبل.

طالع | تقارير توضح موقف بن رمضان والهوني وبن شريفية من مباراة الأهلي والترجي

وأوضحت إذاعة “موزاييك” التونسية وفق مصادرها الخاصة، أن لجنة الاستئناف بـ كاف قد قررت رفض طعن الترجي بشأن العقوبات الصادرة من لجنة الانضباط.

وأشارت الإذاعة إلى أنه قد تم تثبيت العقوبة التي صدرت مؤخرًا، بالإضافة إلى الغرامة المقدرة بـ300 ألف دولار مع الإقصاء من المسابقات الإفريقية إذ حدث أيّ إخلال أو حادث في إحدى المباريات القارية خلال فترة تمتد 12 شهرًا.

ومن المقرر أن يحل الأهلي ضيفًا على الترجي في ذهاب دور نصف النهائي ببطولة دوري أبطال إفريقيا في العاشرة من مساء غد الجمعة على الملعب الأولمبي برادس.

England bounce back with comfortable win

Charlotte Edwards, with her seventh ODI century, led England to a comfortable win over India in Mumbai

The Report by Abhishek Purohit03-Feb-2013
Scorecard and ball-by-ball detailsHarmanpreet Kaur, by scoring a century, reduced India’s margin of defeat to 32 runs•ICC/Solaris Images

After their shock last-ball defeat to Sri Lanka two days ago, England were back to what they do best, beating opponents with superior skill, athleticism and power. Leading the comeback, or restoring normalcy, was the captain Charlotte Edwards, with her seventh century that also made her the highest-run getter in the history of women’s ODIs. After a scratchy start, Edwards grew in confidence to hit boundary after boundary as India’s attack failed to contain her onslaught.In the chase, as expected, Katherine Brunt came hard at India, who were soon reduced to 29 for 3, the same position that England had been against Sri Lanka. England had batted first that day, and could afford to take their time to scrap and rebuild to 238. But Mithali Raj had chosen to field, and watched Edwards and No. 3 Sarah Taylor reel off a brisk century partnership for the second wicket. Faced with an asking rate that soon went above a run a ball, India never looked like coming close to getting 273, despite vice-captain Harmanpreet Kaur’s defiant refusal to give up with a counter-attacking, maiden, unbeaten ODI hundred.Raj had hoped for early wickets with the new ball when she sent England in early in the morning, but Edwards barely gave India a sniff after a quiet start, her first 20 deliveries producing the lone single. She got beaten outside off stump, inside-edged to leg and pushed the ball uncertainly to the field. India took out the other opener Danielle Wyatt, who could not push on after being dropped off Jhulan Goswami at slip by Thirush Kamini, and turned the bowler straight to midwicket in the fifth over.In walked the highly-rated Taylor, returning after missing the Sri Lanka game with an injury. Her front-foot driving has been much talked about, and she soon showed why, effortlessly leaning into length deliveries and dispatching them through extra cover. Edwards started to find some rhythm with a couple of crisp cuts. India started to look flat, their bowlers failing to test the batsmen, and their fielders failing to cut off boundaries. It took a direct hit from Amita Sharma to send Taylor, who had slowed down against spin, back in the 28th over.There was no let-up in the supply line of support for Edwards, who had now started stroking fours in clusters. If anything, England only shifted a few gears up. Lydia Greenway swept and slog-swept to 29 off 27, Brunt was promoted to lash 21 off 16, and Arran Brindle lofted her way over the infield to an unbeaten 37 off 32. Edwards reached her century, meanwhile, with a late steer to the fine third man rope off her 113th delivery. It was a tired rush for a single in the 44th over which found Edwards short of her crease for 109 off 123.The noisy Brabourne crowd, confined to the upper tier of the North Stand, grew to around 2000-strong as India built their chase after the early losses. Raj had said England were heavily reliant on Brunt, and Brunt did not let England down. First ball of the fifth over, Thirush Kamini, centurion against West Indies, was trapped in front. Raj herself went after Brunt, an upper cut off a short delivery finding third man in the seventh over. The other opener Poonam Raut missed an attempted tuck to leg off Anya Shrubsole and was given lbw.Kaur and wicketkeeper Karu Jain set about repairing the innings with a steady century stand. While Jain wasn’t short of effort, she struggled to beat the infield at times in making 56 off 92. Kaur flowed into an extra-cover drive second ball, and never looked back, displaying admirable calm under pressure for someone only 23. Her straight hitting was a treat to watch, as she generated power and timing through well-judged use of her feet to chip down the pitch. She also placed the cut superbly and even played her own version of the slog-sweep, as she had against West Indies, a swift, sharp downward movement of the bat sending the ball almost over the deep backward square leg rope.England chipped away at the other end. A flagging Jain mishit a heave to backward point off Brindle in the 34th over with 138 still needed. Raj promoted Goswami, who slogged a few boundaries before falling to an outstanding, leaping take by Heather Knight at mid-off. Knight had batted at No. 8 and been run out for 2. She didn’t bowl in the game, but her catch, among the many tough chances that England otherwise put down, probably ended whatever little aggression Kaur could hope for from the other end.From 172 for 5, Kaur was chiefly responsible for stretching the innings to 240, a drive to long-on in the 46th over raising her maiden ODI century, off 102 deliveries. Brunt wasn’t done yet, and in the next over, struck off successive balls as England closed the door firmly on India, with Kaur returning unconquered.

Game
Register
Service
Bonus